Caros, nesta terça-feira aproveitamos a polêmica em torno da utilização de policiais à paisana na fiscalização da Lei Seca, para fomentar o debate. Ouvimos as argumentações do comandante do Batalhão de Trânsito, coronel José Ricardo Rocha Cintra de Lima e o presidente do Sindicato dos Bares e Restaurantes, o Clayton Machado. Também analisamos o assunto no bate-papo com o Paulo Roque, no bloco Direito do Consumidor e do Cidadão. Cliquem abaixo e ouçam:

dezembro 16, 2008 às 2:02 pm |
Hoje pela manhã estava ouvindo o “debate” entre o Coronel do Batalhão de Trânsito e um representante do SINDOBAR.
Você fez uma pergunta, QUE PELA CONOTAÇÃO, e ENTONAÇÃO, um tanto quanto ridícula ao Coronel. A pergunta era(alguma coisa semelhante): “ESPIÃO…… o senhor tem medo de utilizar a palavra espião ????
Qual o objetivo de uma pergunta como essa ?
Se ele respondesse, sim tenho medo….. o que você diria ?
Sem entrar no mérito de usar policiais à paisana, sua pergunta sobre ESPIÕES não tinha o menor cabimento. Parecia mais um SENSACIONALISMO, mais que barato.
dezembro 16, 2008 às 10:03 pm |
Eitá nesta terça-feira o debate foi muito quente, pra mim nâo emporta quem estar certo si é a palicia ou os donos de bares, o que tem ser feito é tira dos os bebados das ruas, e badidos o que mais tem neste fim anos.
Na minha opinião todos deveria ser parado por que não estar escrito na testa de ninquem si estar bebado ou drogado e etc, Eu concodo com paulo roque que todos tem o direito de ir e vim, mais sao os cidadões que estao com a suas familias dentro de um carro sem ter o medo de um bebado bata no carro e acaba sua familia que ali esta ou badidos que possa acaba com sua familia.
CARO, ESTEVAO EU OUÇO SEU PROGRAMA SEMPRE QUE DÁ POIS GOSTO MUITO DO SEU PROGRAMA E ALEXADRE GARCIA E TODOS DA REDE GLOBO DE JORNALISMO, CONTINU SEPRE ASSIM COM ESTE PROGRAMA MARAVILHO PARA TODOS NÓS DO DF.
dezembro 17, 2008 às 7:21 am |
É difícil agradar a gregos e troianos. Nessa batalha, tanto os comerciantes quanto as autoridades e nós, cidadãos, temos nossa razão.
Porém, o que ressalta, é a absoluta capacidade do Estado brasileiro de seguir as leis por ele mesmo aprovadas.
Quer no trânsito, quer na política, economia, saúde, transporte, etc, etc, o estado brasileiro não sabe administrar as situações que ele próprio cria.
Em qualquer país do mundo, que têm leis nesse sentido, os parâmetros para se auferir se um cidadão está ou não alcoolizado, são mais generosos. Aqui, chega a ser tão baixo, que um simples copo de cerveja ou uma dose pequena de Wysky gera problemas.
Ora, convenhamos… E as leis, discutíveis, são sempre mal-interpretadas e de difícil aceitação e, geralmente, têm que ser alteradas. Vejam que, antes, qualquer estabelecimento, em qualquer via, era punido se vendesse uma simples garrafa de cerveja.
Na Epia, por exemplo, os supermercados ficaram sem saber o que fazer. Está certo que a lei é necessária, mas sua aplicação é absurda.
E, pior, os agentes policiais são mal preparados, e também dispõem do aparelhamento técnico necessário.
Já imaginaram como ficaremos todos – que bebemos sim mas somos responsáveis e não provocamos acidentes (isto é que deveria ser observado) – durante os festejos natalinos ou no Reveillón?
Os falsos puritanos (que são os piores) que me desculpem, mas a lei deve ser aplicada com inteligência e não com fanatismos. E nada também de transformar os PMs em agentes secretos, porque, eles mesmos, bebem suas cachacihas, como o próprio presidente Lula. Será que alguém vai ter a coragem de colocar um bafômetro na boca do Presidente?